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Hipertensão crônica na gravidez - o que muda no acompanhamento?
A hipertensão arterial crônica (HAC), caracterizada por pressão arterial ≥ 140/90 mmHg antes da gravidez ou antes da 20ª semana gestacional, acompanha aproximadamente 6% a 8% das gestações no Brasil e pode evoluir para pré-eclâmpsia em até 40% dos casos. 👉 O acompanhamento muda porque: O pré-natal começa mais cedo, com avaliação da saúde materna e fetal detalhadamente; As consultas e o controle da pressão são mais frequentes; O bebê é acompanhado de perto com ultrassons e doppler das artérias uterinas; O parto geralmente é indicado um pouco antes das 39 semanas, para mais segurança; Algumas medidas preventivas devem ser prescritas antes das 17 semanas; E no pós-parto, a mulher segue em atenção especial para cuidar também da sua saúde a longo prazo. Com acompanhamento especializado, as gestantes com hipertensão crônica conseguem ter uma gestação segura e saudável. Fonte: FEBRASGO – Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia e Ministério da Saúde